planejamento financeiro familiar e organizacional
Juros altos, inflação persistente e endividamento recorde não afetam só as famílias — também pressionam o caixa de empresas, clubes e instituições. Entender com clareza a própria situação financeira, em casa ou na organização, é o primeiro passo para decidir o que fazer a seguir. É exatamente isso que o Fin Up se propõe a oferecer.
Por Flávio Ataliba — Consultor, Economista do FGV IBRE, Doutor em Economia pela FGV EPGE e pós-Doutor em Economia pela Universidade Harvard.
por que isso importa
Não se trata de cortar gastos ou seguir regras genéricas. É sobre enxergar com clareza onde sua família está hoje, para poder escolher — com calma, e não no susto — o que fazer daqui para frente.
Um retrato honesto da situação financeira da família hoje, sem julgamento.
Nem sempre o problema é o que parece. Identificamos o ponto que mais merece atenção agora.
Um plano simples e realista, com acompanhamento humano quando você precisar.
o cenário no brasil
Fontes: Ministério da Fazenda; SPC Brasil; fintech Klavi — citados em "A Copa das Bets", Blog do IBRE.
o tema na imprensa
Pesquisa da Anbima em parceria com o Datafolha mostra que 47% dos brasileiros enfrentam alta pressão financeira e outros 48% relatam preocupação moderada. Os efeitos já ultrapassam o orçamento doméstico: 37% dizem perder o sono por causa das finanças e 49% afirmam trabalhar mais do que gostariam para fechar as contas — um cenário que tem levado empresas a repensar seus programas de benefícios.
Ler reportagem →Com 80,9% das famílias endividadas em abril de 2026, recorde da série histórica, o artigo argumenta que a dívida deixou de ser exceção e virou mecanismo de sobrevivência — e que ganhar mais não resolve se toda renda extra for absorvida por parcelas assumidas sem planejamento.
Ler reportagem →Entre consignado facilitado e apostas online, o trabalhador chega ao fim do mês devendo o próprio salário. O Brasil bateu recorde de endividamento em 2026 (83,5 milhões de negativados), e 61% dos inadimplentes relatam queda de produtividade no trabalho.
Ler reportagem →Tribunais brasileiros começam a reconhecer que apostadores diagnosticados com ludopatia perderam a capacidade de controlar o próprio comportamento, determinando devolução de valores e indenizações — e responsabilizando as plataformas.
Ler reportagem →Mais de 1,2 milhão de moradores de Salvador estão com restrição de crédito, segundo a Serasa — cerca de metade da população adulta da capital baiana. Cada inadimplente deve, em média, R$ 5.300, quase o dobro do salário médio local.
Para milhões de brasileiros, o dinheiro deixou de ser uma preocupação pontual e passou a ocupar a mente todos os dias. Contas que não fecham, salário defasado e juros altos criaram um esgotamento crônico que a reportagem chama de "burnout financeiro".
serviços
Um diagnóstico rápido e gratuito que mostra sua nota, seu principal ponto de fragilidade e uma recomendação inicial. Depois, se quiser ir além, há planos de consultoria e mentoria para transformar isso em um plano de ação real.
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Bem-estar financeiro para colaboradores ou diagnóstico e plano de recuperação financeira para empresas, clubes e instituições em dificuldade.
Saiba maisUsando a Copa do Mundo de 2026 como estudo de caso, o artigo mostra como a arquitetura das apostas esportivas saiu do aplicativo e passou a ocupar a própria transmissão dos jogos — de comentaristas anunciando odds ao vivo ao pedido de Mbappé para rever o uso de sua imagem em publicidade de apostas.
Ler no Blog do IBREArgumenta que as plataformas de apostas usam uma arquitetura comportamental deliberada para reter usuários, e propõe que a regulação foque no design das plataformas, não apenas na tributação.
Ler no Blog do IBREComece pelo check-up financeiro gratuito ou fale diretamente comigo.