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Economia comportamental aplicada ao dia a dia da sua família.
Como os vieses cognitivos moldam nossas decisões financeiras — e o que fazer a respeito. Publicado pela Editora LumiVita.
Onde encontrar
Usando a Copa do Mundo de 2026 como estudo de caso, mostra como a arquitetura das apostas esportivas saiu do aplicativo e passou a ocupar a própria transmissão dos jogos — de comentaristas anunciando odds ao vivo ao pedido de Mbappé para rever o uso de sua imagem em publicidade de apostas.
Ler artigo →Argumenta que as plataformas de apostas usam uma arquitetura comportamental deliberada para reter usuários, e propõe que a regulação foque no design das plataformas — não apenas na tributação — partindo do marco de R$ 37 bilhões em receita e 25,2 milhões de apostadores ativos em 2025.
Ler artigo →Apresenta o Índice de Vulnerabilidade Financeira Familiar, indicador trimestral para os 27 estados brasileiros que revela desigualdades regionais escondidas pelos indicadores nacionais de crédito.
Ler artigo →Mostra como o celular se tornou banco, crediário e cassino ao mesmo tempo, potencializando vieses cognitivos e tornando o endividamento mais rápido e mais invisível do que na época em que pedir crédito exigia ir a uma agência.
Ler artigo →Analisa o novo programa Desenrola — até 90% de desconto e restrições a apostas online — como avanço no fator comportamental, mas alerta que, sem atacar juros altos e causas estruturais, o alívio tende a ser temporário.
Ler artigo →Com dados do Banco Central, mostra que o crédito segue crescendo no agregado, mas puxado por títulos públicos e grandes empresas, enquanto as famílias seguem dependentes de crédito bancário mais caro e arriscado.
Ler artigo →Revisa décadas de evidências e o paradoxo de Easterlin para mostrar que o aumento de renda não garante bem-estar duradouro, por causa da comparação social e da adaptação hedônica.
Ler artigo →A partir de dados do Banco Central, mostra que a expansão do crédito no Brasil é segmentada: governo e grandes empresas acessam financiamento mais barato, enquanto custo e risco se concentram nas famílias.
Ler artigo →Mostra que, entre 2017 e 2025, o endividamento e a inadimplência das famílias brasileiras migraram para um patamar mais alto e persistente — nem a queda do desemprego, nem o Desenrola foram suficientes para reverter o quadro.
Ler artigo →Analisa cinco indicadores de inadimplência nas macrorregiões do país: piora contínua no Norte, estabilização parcial no Nordeste, a pior reversão no Centro-Oeste, deterioração moderada no Sudeste e melhora consistente no Sul.
Ler artigo →Episódios sobre economia comportamental, finanças pessoais e desenvolvimento regional, com a FGV IBRE.
Cinco sinais de que sua família está financeiramente vulnerável
Por que compramos por impulso (e como parar)
O que sua reserva de emergência diz sobre você
O tema do endividamento e da saúde financeira das famílias na cobertura de outros veículos.
Segundo diagnóstico do SPC Brasil encomendado pela CDL, metade dos moradores em idade adulta do estado está com o poder de compra travado por restrições no CPF.
45% da população realiza algum trabalho extra e 59% afirmam que a renda familiar não é suficiente para cobrir as despesas mensais; 41% dizem que a renda da família diminuiu nos últimos meses.
Com o endividamento das famílias no maior patamar da série histórica, a reportagem mostra como o meio do ano revela um problema mais silencioso: gastos pequenos e dispersos que passam despercebidos no orçamento.
Ler reportagem →O Brasil atingiu em 2026 o maior nível de endividamento familiar da série histórica da Peic/CNC, puxado por juros altos, crédito rotativo e pelo avanço das apostas online sobre o orçamento doméstico.
Ler reportagem →Mesmo com o desemprego na mínima histórica, quase 80% das famílias começaram 2026 endividadas — porque, diferente de outros países, o crédito no Brasil é usado principalmente para cobrir despesas básicas do dia a dia, não bens duráveis.
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